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© 2018 Fundação Brasil Meu Amor - FBMA. Por StudioDVÖS. 

EDITORIAL DO

PRESIDENTE

Somos brasileiros atordoados por uma realidade nacional agressiva e violenta, para qual não fomos preparados. Ela é resultante direta do famoso e tão amado “jeitinho brasileiro” – projetado por nossos conterrâneos e impulsionado por sabichões de todas as nacionalidades, ávidos de lucros eternos –, levando-nos hoje a viver seus limites extremos, ultrapassando qualquer bom senso.

No primeiro mundo, a violência, a guerra e as destruições forçaram muitas pessoas a se tornarem Heróis, a se superarem, a serem generosos. Entretanto, sabemos mesmo, de verdade, o que significa ser realmente um Herói?

Filmes e quadrinhos americanos colocam o Herói num papel que fica fora do alcance humano. Essa figura é sempre de um Superman ou algo do gênero, seja com cara de morcego ou de anjo. É além do ordinário e até além do extraordinário!

Ser Herói é muito mais simples: é só fazer o que tem que ser feito, nada mais, desde que colocando-se a serviço de algo, como uma Pátria, o Amor, a Liberdade, a família, ou mesmo uma Crença, seja ela religiosa ou política.

Com toda a certeza, para nos salvar do atual desastre moral e ético, precisaremos de um país de Heróis. Imagine 100 milhões de eleitores que se tornam Heróis? 100 milhões de eleitores só fazendo o que tem que ser feito?

Quando você está na sua casa ou na sua empresa e percebe que tem sujeira, você a recolhe para ser processada num lixão, destruída ou talvez reciclada, pois não é mais possível conviver com ela.

Por que não fazer o mesmo e tirar todo o lixo, óbvio e explosivo da falta de moralidade e de bom senso, e mandar para o seu devido lugar: um grande mar de amargura, o território da vergonha, onde só resta o grito de desespero dos que foram excluídos?

Pior que tudo isto, você se já se perguntou uma vez o porquê de cada envolvido nessas corrupções, acusações, delações etc. precisar de tanto dinheiro? 100 mil ou 1 milhão, 1 milhão ou 100 milhões, 100 milhões ou 1 bilhão, por quê não?

Grande parte do nosso povo não chega a ganhar 12 mil reais por ano. Uma parte menor ganha em torno 50 mil reais nesse período. Estes precisariam de 20 anos para conseguir 1 milhão. Os mais desfavorecidos, 80 anos. Você imagina essa referência projetada nos valores superiores? (Ali Babá e os 40 ladrões estão na nossa porta!)

Por que alguém precisa de tanto e por isso se transforma num criminoso, roubando, extorquindo, mentindo, prejudicando seu povo ao extremo, até se tornar lesa-pátria e, por isso, uma escória da humanidade? Por que vender o seu nome?

O verdadeiro problema, ao contrário do que se pensa, não é a corrupção, que é somente uma das miseráveis consequências do seu gerador. A única explicação desse desabamento da Moral só poderá acontecer colocando-se o complexo de inferioridade no seu ponto de partida e no seu efeito irrestrito e descontrolado, crônico e degradante, que desmoraliza a todos.

Mas o que é complexo

de inferioridade?

É quando o sujeito considera que jamais terá outra oportunidade no futuro, que não tem qualidade e competência para se manter por si mesmo e assumir seus custos, suas necessidades básicas e alimentar a sua família dali para frente. A  oportunidade posta em sua frente ele não pode perder, porque possivelmente não terá mais outra. Afinal, ele quer se aposentar e garantir o futuro.​

 

Entretanto, o sujeito mesmo não percebe que acabou de desconsiderar e julgar incapazes os seus próprios filhos, pois os vê como mais incompetentes do que ele para lidar com o presente e o futuro. Assim, ele poupará muito, roubando cada vez mais, para afirmar a incompetência dos seus próprios filhos. Pior, os filhos dos seus próprios filhos, neste momento, passarão a ser julgados tão incompetentes que o avô, desde já, terá que prover o seu sustento. 

 

Sim, cidadão, é o momento do exame de consciência; de ver que o empresário corrupto, o político que extrapola qualquer limite e se apossa do seu voto – aqueles para os quais encarregamos nosso presente e nosso futuro – são apenas doentes. Apenas isso. Deveriam ser clientes de consultório, de hospital psiquiátrico, e declarados incapazes.

 

Isso significa que, sem perceber, votamos nas pessoas menos preparadas para assumir uma responsabilidade coletiva, para ser um funcionário público generoso e competente para servir.

 

Ser Herói é fazer

o que se tem que fazer.

Ou seja, varrer a sujeira e encaminhar o lixo, mas também, se tiver um doente na sua casa, é descarregá-lo dos seus afazeres e encaminhá-lo para um tratamento, em busca da sua recuperação. 

 

Cegos por ideologias políticas dessuetas, ultrapassadas, emocionais, baseadas em critérios que não se verificam ou não são mais da atualidade, continuamos a ser seduzidos pelo canto da sereia e não cuidamos bem do nosso País, não cuidamos bem do País dos nossos filhos, para eles se orgulharem de nós e sermos seus Heróis por cuidar deles, das nossas cidades, do nosso campo, do planalto, da Capital da Esperança.

Ser Herói é fazer

o que se tem que ser feito.

Desta vez, esta gigantesca sujeira que me enjoa vai oferecer uma oportunidade extraordinária. Você poderá ser Herói sem nunca ter atirado uma bala, sem matar ninguém, sem destruir nada, sem roubar o que não é seu. Precisa só dirigir a sujeira para o seu destino e a doença para ser tratada.

 

Seja Herói do Brasil! Faça o que tem que ser feito, sem apagar o futuro e, até pior, o presente de alguém.

 

O Brasil está nas nossas mãos, mas hoje ele está na sua mão. O Brasil só será o Brasil por sua causa, pelo tamanho da sua coerência, da sua vontade de construir, junto com milhões de outras vontades, o melhor País do mundo.

A meta principal: fazer do Brasil um grande País e permitir que as pessoas tenham orgulho de ser brasileiras, criando a verdadeira cidadania.

Estamos dispostos a ser cidadãos ativos, determinados e competentes, a serviço de cada cidadão. Trabalhar de forma eficiente, para atingir uma igualdade de direitos e oportunidades cada vez mais real para a população. Enxergar cada um como membro de nossa família, a grande família brasileira que gostaríamos de ser.

 

Propor uma nova forma de ser brasileiro, determinando um novo ponto de partida.

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